A Fabrica do Corte Oito
O historiador Stélio Lacerda está ultimando o capítulo final do livro "A Fábrica de Tecidos do Corte Oito". A obra, a ser lançada brevemente, aborda as origens, o desenvolvimento e o triste final da Companhia União Manufatora de Tecidos. A CUMT, como era conhecida, produziu os famosos linhos Braspérola. Vou transcrever um pequeno trecho do trabalho:
"A periferia das grandes cidades atraiu indústrias, como o foi o caso - no Rio de Janeiro – do Andaraí, Gamboa, São Cristóvão, Madureira, Bangu... As fábricas contribuíam ao povoamento das áreas suburbanas – a Companhia Progresso Industrial do Brasil, ao inaugurar sua fábrica de tecidos em Bangu, em 1889, incentivou o povoamento daquela região. Em Duque de Caxias, na década de 1940, instalaram-se duas grandes empresas: a FNM (Fábrica Nacional de Motores), em Xerém; e a Companhia União Manufatora de Tecidos, no bairro Centenário. Nos anos seguintes, o perfil industrial se acentuou com a chegada de fábricas de menor porte – metalúrgicas, produtos alimentícios, material de limpeza... Nos anos 1960, consolidou-se a industrialização da cidade com o Pólo Petroquímico - a REDUC (Refinaria Duque de Caxias)."
"A periferia das grandes cidades atraiu indústrias, como o foi o caso - no Rio de Janeiro – do Andaraí, Gamboa, São Cristóvão, Madureira, Bangu... As fábricas contribuíam ao povoamento das áreas suburbanas – a Companhia Progresso Industrial do Brasil, ao inaugurar sua fábrica de tecidos em Bangu, em 1889, incentivou o povoamento daquela região. Em Duque de Caxias, na década de 1940, instalaram-se duas grandes empresas: a FNM (Fábrica Nacional de Motores), em Xerém; e a Companhia União Manufatora de Tecidos, no bairro Centenário. Nos anos seguintes, o perfil industrial se acentuou com a chegada de fábricas de menor porte – metalúrgicas, produtos alimentícios, material de limpeza... Nos anos 1960, consolidou-se a industrialização da cidade com o Pólo Petroquímico - a REDUC (Refinaria Duque de Caxias)."

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